quarta-feira, 11 de maio de 2011

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Europa e os recursos

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Casamentos com Muçulmanos

Há uns dias atrás, o Cardeal Patriarca de Lisboa, em tom coloquial, disse uma coisa que qualquer pessoa sabe ser verdade: Uma portuguesa que se pretenda casar com um muçulmano, deve pensar muito bem, pois provavelmente vai meter-se num sarilho de todo o tamanho.
Caiu o Carmo e a Trindade. Para além da inteligentzia do costume que está sempre pronta para criticar a Igreja Católica, o circo foi grande e as asneiras que se escreveram tentando negar o que é óbvio foram inúmeras.
Quando se referiam alguns casos famosos ( muitos deles publicados em livros e num dos casos até em filme...) não faltou quem dissesse que em Portugal isso não acontecia...

A esses, a Sábado dá uma resposta clara e terrível...

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ainda o escândalo Vara

Sobre este escândalo que é toda a carreira do socialista Armando Vara, em instituições públicas, pagas pelo nosso bolso, aqui vai mais uma opinião que subscrevo integralmente...

Fraude e escândalo

Quem se reformar este ano aos 65 anos vai ter de
trabalhar mais dois meses, mesmo com 40 anos de
descontos. Mas pode ter de trabalhar mais cinco,
se a vida de descontos se ficar nos 20. Isto, se não
quiser sofrer os efeitos da redução mensal prevista
para compensar o efeito do aumento da esperança
média de vida.
Numa pensão de mil euros, a perda seria de 13 euros
mensais. Numa de 500, não andará longe de uma
redução de 100 euros por ano…
Não é uma medida popular. Mas é mais inteligente
do que um aumento cego da idade da reforma e
parece inevitável para garantir a sustentabilidade
do sistema.
A notícia surge um dia depois de se saber que um
gestor público que saiu da CGD para o BCP acabou
promovido, retroactivamente, um mês e meio depois
de deixar a instituição.
Porquê? Para que o seu nível salarial atingisse o
topo, beneficiando a respectiva reforma quando
chegasse a sua hora.
A prática, desculpam-se os que o promoveram, é
antiga e vem dos tempos em que a Caixa tinha um
fundo de pensões próprio. Mas hoje já não é assim
e a pensão de Vara virá do bolo comum. Numa pensão
de milhares, a benesse representará, quanto
muito, umas magras dezenas mensais, mas para as
conseguir não será forçado a trabalhar mais… Nem
sequer trabalhou.
Os portugueses perguntam-se sobre o que diria o
ministro da Segurança Social ou o das Finanças, que
tutela a Caixa, se cada patrão passasse a promover
ficticiamente os empregados para efeitos de reforma.
Fraude, diriam eles! Escândalo, dizemos nós.


Graça Franco


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